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quinta-feira, outubro 20, 2011

Orlando Silva não “matou no peito” e desgaste aumenta

A oposição mostrou habilidade nesta terça-feira e impediu que o ministro do Esporte, apoiado por governistas, "matasse no peito" as denúncias que o desgatam já há quatro dias. Oposicionistas conseguiram roubar a cena no depoimento de Orlando Silva na Câmara, audiência preparada para dar uma espécie de salvo-conduto ao titular do Esporte. Líderes do DEM, PSDB, PPS e PSOL deixaram a comissão onde Silva era ouvido para uma reunião a portas fechadas com o denunciante, João Dias, no gabinete da liderança do PSDB no senado.
Ao voltar à comissão, o pelotão de oposicionistas afirmou, em discursos dramáticos, que Dias tinha revelações "estarrecedoras", com provas, que deveriam ser expostas à sociedade. Haveria gravação de áudio de uma reunião no ministério já no período da gestão de Orlando Silva, com revelações sobre o esquema de desvio de 20% do dinheiro de contratos da pasta supostamente para financiar o PCdoB, partido do ministro.
A reação inicial dos governistas foi de perplexidade. O ministro, em silêncio, passava a mão pelo rosto, enquanto oposicionistas, em sucessivos discursos, causavam frisson com promessas de surpresas e provas contundentes, mas só na quinta-feira. Foi o primeiro tento da oposição no episódio: adiar a solução do problema e estender o desgaste político de Orlando Silva por pelo menos mais 48 horas. 
Hoje, o ministro enfrentará, no Senado, uma platéia bem menos amistosa do que a que chegou até a aplaudi-lo na Câmara. E amanhã, virão as esperadas revelações do policial militar que nesta terça, ao invés de comparecer à Polícia Federal, primeiro se calçou com a proteção política dos oposicionistas no Congresso.
Se as declarações perante a polícia e as alegadas provas de João Dias não tiverem o poder explosivo que se anuncia, aí sim, é que vai se saber se o drible no escândalo é possível. Ainda assim vai restar uma questão crucial para a presidente Dilma: valerá a pena manter um ministro desgastado politicamente à frente de projeto tão importante para o Brasil? Talvez nem a inocência, uma vez atestada, salve o ministro. O dano já está feito. 

Fonte:Christina Lemos

Polícias criam “grampos” de computadores pessoais

Conforme as mudanças tecnológicas vão surgindo, novos enfrentamentos éticos surgem, principalmente nas corporações policiais, que lidam com direitos fundamentais como a liberdade e a vida. Um paradoxo presente na atividade policial, que traz frutos positivos no combate ao crime, mas simultaneamente possibilita desmandos e abusos, é a utilização dos chamados “grampos” telefônicos, interceptações que gravam conversas entre duas pessoas via telefone: é o direito à privacidade versus a necessidade de produção de prova para condenação de um criminoso. A novidade é que os “grampos” já não são apenas telefônicos, mas também nos computadores pessoais ou de organizações.
Algumas polícias do mundo estão desenvolvendo (algumas já estão utilizando) formalmente softwares que colhem informações armazenadas em computadores, no intuito de colher provas de crimes cometidos por suspeitos. Legalmente, a prática possui inúmeras contraindicações jurídicas, no Brasil e no mundo, principalmente porque é praticamente impossível limitar o acesso a informações criminosas, sem que se tenha contato com elementos da vida privada (fotos, textos, vídeos ou áudio de foro íntimo).
Entendam melhor o uso destes dispositivos:
A Alemanha confirmou o uso de um software espião em investigações policiais, tornando-se o segundo país a confirmar o uso da técnica em investigações policiais. Os Estados Unidos já haviam revelado o uso do software após uma solicitação de liberação de documentos (“FOIA”). Em ambos os casos, as leis que envolvem o uso da ferramenta estão bastante incertas. Existem suspeitas de que “vírus governamentais” possam estar em uso também na França e no Egito.
Os softwares em geral tem a capacidade de capturar informações do sistema em que estão instalados e enviar para a autoridade policial com o intuito de auxiliar uma investigação. O uso de programas com essa funcionalidade poderia permitir grampos em chamadas VoIP protegidas, por exemplo.
[...]
Na França, um programa desenvolvido pelo governo faria parte da lei Hadopi que busca diminuir o download de conteúdo ilegal na internet. O objetivo do software seria certificar que um usuário de internet não poderia mais usar certos softwares ligados ao compartilhamento de arquivos.
Leia mais…
Não sei como os setores de inteligência das polícias brasileiras lidam com estas questões, com todas as especificidades do nosso ambiente jurídico – principalmente a Polícia Federal, que combate crimes realizados de maneira mais articulada. Vale a pena a pesquisa.

Fonte:Abordagem Policial

terça-feira, outubro 18, 2011

Prova para Promotor de Justiça Substituto na Paraíba tem 08 quesitos anulados

Resultado do julgamento dos 35 recursos interpostos contra o gabarito preliminar foi divulgado na sexta-feira (14) no Diário Oficial Eletrônico do MP-PB:

A Comissão do XIV Concurso Público para Promotor de Justiça Substituto da Paraíba divulgou, na sexta-feira (14), o resultado do julgamento dos 35 recursos interpostos pelos candidatos contra o gabarito oficial preliminar no Diário Oficial Eletrônico do MP-PB (www.mp.pb.gov.br). Oito quesitos da prova foram anulados, segundo informou o presidente da Comissão, procurador de Justiça Marcos Serrano Navarro.

Segundo o procurador, a Comissão reuniu-se esta semana e analisou os 35 recursos e apenas oito foram considerados procedentes e os quesitos foram anulados. "Nesta sexta-feira, nós vamos publicar o resultado dos quesitos onde os candidatos lograram êxito no recurso e aqueles que tiveram denegados os seus pedidos. Na terça-feira e quarta-feira da próxima semana, os que tiveram o pedido denegado poderão recorrer ao Conselho Superior do Ministério Público", informou.

Ainda de acordo com Marcos Navarro, após essa providência e vencida a parte dos recursos, a Comissão do Concurso divulgará o gabarito definitivo oficial e vai providenciar a correção das provas. Feita a correção, a Comissão saberá quantos passaram mas não os que passaram, então será marcada uma data para, em audiência pública, no Auditório Edigardo Ferreira Soares na sede da Procuradoria Geral de Justiça, fazer a identificação dos candidatos que foram exitosos e que se submeterão a segunda fase do concurso.
  
Fonte: PCI

Exames antidoping em concursos serão discutidos no Senado

Os concursos públicos poderão ter mais um requisito para seleção dos candidatos: o teste antidoping. A novidade se aplicaria apenas nos concursos públicos que tenham provas físicas, de acordo com as normas e procedimentos adotados pelas entidades brasileiras de administração do esporte olímpico.

A proposta (PLS 318/10) do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) pode ser votada pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) nesta terça-feira (18), em reunião marcada para iniciar às 11h. A matéria recebeu parecer favorável do senador Wellington Dias (PT-PI) e deve seguir para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será votada em caráter terminativo.

Para o relator, é justa a imposição dos exames antidoping, o que garantiria uma situação de igualdade entre os candidatos, punindo aquele que buscar meios ilícitos para obter uma vantagem desleal no concurso. Wellington Dias também concordou com a exigência de os exames observarem as normas e os procedimentos adotados pelas autoridades mais especializadas no assunto.

Fonte: CorreioWeb

Os cristãos esquecidos do Oriente

Os cristãos esquecidos do Oriente
É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição de cristãos no mundo islâmico.
Na noite de domingo (9/10/2011), cristãos coptas egípcios organizaram o que era para ser uma vigília pacífica em frente à sede da emissora de TV estatal no Cairo. Os mil manifestantes representavam a antiga comunidade cristã de cerca de 8 milhões de pessoas, cuja presença no Egito precede a dominação islâmica em várias séculos. Eles se reuniram no Cairo para protestar contra os recentes incêndios criminosos de duas igrejas por arruaceiros muçulmanos, e contra a rápida ascensão da violência (com apoio do governo) contra os cristãos por grupos muçulmanos desde a renúncia do ex-presidente egípcio Hosni Mubarak em fevereiro.
De acordo com fontes coptas, os manifestantes foram cercados por agressores islâmicos, que rapidamente ganharam suporte de forças militares. Entre 19 e 40 cristãos coptas foram mortos por soldados e atacantes muçulmanos. Foram atropelados por veículos militares, espancados, baleados e arrastados pelas ruas do Cairo.
A emissora estatal relatou apenas que três soldados haviam sido mortos. De acordo com a agênciaAhram Online, os soldados atacaram os estúdios da emissora de TV al-Hurra na noite de domingo para bloquear a transmissão de informações sobre o ataque militar contra os cristãos coptas.
Ao que parece, a tentativa de controle de informações sobre o que aconteceu funcionou. As notícias na segunda-feira sobre a violência deram poucos sinais da identidade dos mortos ou feridos. É certo que não contaram a história do que realmente aconteceu domingo à noite no Cairo.
Em outro evento, o patriarca católico maronita do Líbano, Bechara Rai, gerou polêmica há duas semanas. Durante uma visita oficial a Paris, Rai alertou o presidente francês Niolas Sarkozy que a queda do regime de Assad na Síria seria um desastre para os cristãos da Síria e de regiões próximas. Hoje a oposição, que tem apoio do Ocidente, é dominada pela Irmandade Islâmica. Rai alertou que a derrubada do presidente Bashar Assad poderia levar a uma guerra civil e ao estabelecimento de um regime islâmico.
Cristãos coptas egípcios exibem pano manchado de sangue após conflito com soldados e a polícia durante protesto no Cairo.
No Iraque, a insurgência patrocinada pelo Irã e pela Síria que se seguiu à derrubada pelos americanos do regime baathista de Saddam Hussein, em 2003, promoveu uma guerra sangrenta contra a população cristã do Iraque. Este mês marca o primeiro aniversário do massacre de 58 fiéis em uma igreja católica em Bagdá. Na década passada havia 800 mil cristãos no Iraque. Hoje, são apenas 150 mil.
Sob o xá do Irã, os cristãos eram mais ou menos livres para praticar sua religião.
Hoje os cristãos iranianos estão sujeitos a caprichos de soberanos muçulmanos, que não conhecem outra lei a não ser a da supremacia islâmica.
O suplício do pastor evangélico Yousef Nadarkhani é um exemplo. Ele foi preso há dois anos, julgado e condenado à morte por apostasia, por se recusar a renegar sua fé cristã. Não existe lei contra a apostasia no Irã, mas isso não importa. O aiatolá Khomeini era contra a apostasia. A lei islâmica também é.
Depois que a história de Nadarkhani foi publicada no Ocidente, os iranianos mudaram de plano.
Agora eles teriam abandonado a acusação de apostasia e sentenciado o pastor à morte por estupro. O fato dele nunca ter sido acusado ou condenado por estupro não tem importância.
Cristãos palestinos, igualmente, têm sofrido sob os líderes eleitos pela população.
Quando a Autoridade Palestina foi estabelecida em 1994, os cristãos eram 80% da população de Belém. Hoje correspondem a menos de 20%.
Desde que o Hamas “libertou” Gaza em 2007, a antiga minoria cristã da região tem sofrido ataques constantes. Com apenas 3 mil membros, a comunidade cristã de Gaza teve igrejas, conventos, livrarias e bibliotecas incendiadas por integrantes do Hamas e seus aliados. Seus membros foram atacados e mortos. Apesar de o Hamas ter prometido a proteção dos cristãos da cidade, ninguém foi preso por violência anticristã.
Da mesma forma que os judeus no mundo islâmico foram expulsos das suas antigas comunidades por governantes árabes com a criação do Estado de Israel em 1948, os cristãos também foram perseguidos e expulsos de suas casas. Regimes populistas islâmicos e árabes usam o supremacismo da religião islâmica e o chauvinismo racial árabe contra cristãos como gritos de guerra para insuflar as multidões para seus propósitos. Esses apelos, por sua vez, levaram à dizimação das populações cristãs no mundo árabe e islâmico.
Bechara Rai, o patriarca católico maronita do Líbano.
Por exemplo, quando o Líbano obteve sua independência da França em 1946, a maioria dos libaneses era cristã. Hoje os cristãos são menos de 30% da população. Na Turquia, a população cristã foi reduzida de 2 milhões no fim da Primeira Guerra Mundial para menos de 100 mil hoje. Na Síria, na época da independência, os cristãos representavam quase metade da população. Hoje 4% dos sírios são cristãos. Na Jordânia, há meio século, 18% da população era cristã. Hoje apenas 2% dos jordanianos são cristãos.
Os cristãos são proibidos de praticar sua religião na Arábia Saudita. No Paquistão, a população cristã está sendo sistematicamente destruída por grupos islâmicos apoiados pelo regime. Incêndios de igrejas, conversões forçadas, estupros, assassinatos, seqüestros e perseguição legal de cristãos paquistaneses se tornaram ocorrências diárias.
Infelizmente, para os cristãos do mundo islâmico, sua causa não está sendo defendida por governos ou igrejas do Ocidente. A França, em vez de impor como condição para seu apoio à oposição síria o compromisso com a liberdade religiosa para todos por parte dos seus líderes, através de seu Ministério das Relações Exteriores reagiu com irritação às advertências de Rai sobre o que provavelmente acontecerá aos cristãos sírios, caso o presidente Bashar Assad e seu regime sejam derrubados. O Ministério das Relações Exteriores da França publicou uma declaração afirmando que estava “surpreso e desapontado” com as declarações de Rai.
O governo de Obama foi menos solidário ainda. Rai está viajando pelos EUA e pela América Latina em uma visita de três semanas a comunidades de imigrantes maronitas. A existência dessas comunidades é conseqüência direta da perseguição árabe e islâmica aos cristãos maronitas do Líbano.
A ida de Rai aos Estados Unidos deveria começar com uma visita a Washington e um encontro com altos funcionários do governo americano, incluindo o presidente Barack Obama. No entanto, após as declarações de Rai em Paris, o governo americano cancelou todas as reuniões marcadas com ele. Ou seja, em vez de considerar os perigos sobre os quais Rai alertou e usar a influência americana para aumentar o poder dos cristãos, curdos e outras minorias em qualquer governo sírio pós-Assad, o governo Obama decidiu boicotá-lo por chamar atenção para o perigo.
Com exceção dos evangélicos, a maioria das igrejas ocidentais está igualmente desinteressada em defender os direitos de co-religiosos no mundo islâmico. A maioria das principais denominações protestantes, da Igreja Anglicana e seus vários ramos dentro e fora dos EUA à Metodista, Batista, Menonita e outras, não fez esforço algum para proteger ou defender os direitos dos cristãos no mundo islâmico.
Em vez disso, na última década, essas igrejas e seus ramos internacionais buscaram repetidas vezes atacar o único país do Oriente Médio em que a população cristã aumentou nos últimos 60 anos: Israel.
Quanto ao Vaticano, nos cinco anos desde que o papa Bento XVI, no seu discurso em Regensburg, lançou um desafio aos muçulmanos para que agissem com bom senso e tolerância ao lidar com outras religiões, abandonou a posição anteriormente adotada. Um diálogo entre iguais se tornou uma súplica ao islã em nome de uma compreensão ecumênica. No ano passado o papa organizou um sínodo sobre os cristãos do Oriente Médio que não mencionou a perseguição anticristã por forças e regimes islâmicos e populistas. Israel, por outro lado, foi o principal alvo de críticas.
A diplomacia do Vaticano se estendeu até o Irã, para onde enviou um representante para participar de uma falsa conferência antiterrorista de Mahmoud Ahmadinejad. Conforme relatou Giulio Meotti para a agência israelense Ynet, enquanto todos os embaixadores da União Européia saíam no meio do discurso de negação do Holocausto de Ahmadinejad na segunda conferência das Nações Unidas em Durban, o embaixador do Vaticano ficou sentado. O Vaticano abraçou líderes da Irmandade Islâmica na Europa e no Oriente Médio.
É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição e dizimação de comunidades cristãs no mundo islâmico. Como mostram os acontecimentos do domingo passado no Egito e os ataques diários de muçulmanos contra cristãos na região, as atitudes do Ocidente não estão aplacando ninguém. Mas fica bastante claro que ele irá colher o que plantou. (Caroline Glick - www.carolineglick.com – tradução: Luis Gustavo Gentil – extraído de: www.juliosevero.com  http://www.beth-shalom.com.br)

Fonte:Chamada

ACIDENTE DE TRANSITO NA 015 DEIXA UMA MULHER MORTA E UMA CRIANÇA FERIDA

Fotos: Blog Nasgarrasdapolícia.blogspot.com
Um acidente de transito registrado na manhã de terça feira 18/10 por volta das 11:00 horas, resultou na morte da doméstica Gerusa Alves Batista de 42 anos de idade e ferimentos e fratura de fêmur no sobrinho dela de apenas três anos de idade, de nome Adauto.

O acidente ocorreu na RN 015 que nos liga a cidade de Baraúna no perímetro urbano de Mossoró, envolvendo uma motoneta tipo traxx e um carro Classic de cor prata placas GWZ 9971 Belo Horizonte.
O condutor do carro Júlio César Pereira dos Santos funcionário da empresa TNW NNI do Brasil trafegava sentido Baraúna Mossoró, e a mulher com a criança sentido  Bom Pastor e ao tentar entrar para a esquerda houve a colisão transversal.

A criança foi conduzida por policiais do Corpo de Bombeiros  para o Hospital Regional Tarcísio Maia, e lamentavelmente a mulher veio a óbito no local.

O condutor do carro foi conduzido para a delegacia, para prestar depoimento ao delegado competente.
O Sargento Clecio e sua equipe fizeram os procedimentos de praxe e o isolamento da área até a chegada do ITEP.

nas garras da polícia

segunda-feira, outubro 10, 2011

Tentativa de furto em Tenente Laurentino Cruz

Ocorrera há pouco uma tentativa de furto em Tenente Laurentino Cruz,cometido por um homem chamado Nego Nazo...Mais detalhes em instantes.